jan 26

SOLDADO CAMPEÃO EM COMPETIÇÃO DE MMA É RECEPCIONADO PELO COMANDANTE GERAL DA PMRN

Na manhã desta segunda-feira, 26, o Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, Coronel PM Ângelo Mário de Azevedo Dantas, recepcionou o Soldado PM Silmar Rodrigo, o qual foi campeão na categoria meio-pesado na décima quarta edição do Limo Fight Championship – LFC.

O Soldado Silmar Rodrigo ingressou na Polícia Militar no ano de 2010, pertencente ao efetivo do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), entrou no ring do LFC na noite da última sexta-feira (23) contra o primeiro colocado no ranking da categoria em território nacional, e foi galgado campeão por decisão unânime.

“O reconhecimento dos nossos atletas é importante para a nossa Instituição. Para isso, iremos conceder a Medalha do Mérito Desportivo Cabo Walter Silva aos militares que se destacam na atividade desportiva, elevando o nome da Instituição”, disse o Comandante Geral da PM, Coronel PM Ângelo Mário ao parabenizar o Soldado Silmar Rodrigo pela vitória.

Na oportunidade, o Comandante Geral concedeu o livro de sua autoria “Cronologia da Polícia Militar do Rio Grande do Norte” ao Soldado Silmar. “Neste livro há relatos de desempenhos de policiais militares em competições esportivas diversas, ficando na história da PM, assim como você Silmar”, disse o Comandante.

Também prestigiaram e parabenizaram o Soldado Silmar, o Coronel PM Freitas, Comandante do Policiamento do Interior, Coronel PM Fidélis, Diretor de Apoio Logístico da PMRN, e o Tenente Coronel PM Marcos Vinícius, Subcomandante do Policiamento Metropolitano.

“Tive a honra de comandar esse excelente policial que orgulha nossa Instituição nas competições que participa”, disse o Tenente Coronel Marcos Vinicius.

PMRN

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jan 26

PLANEJAMENTO OSTENSIVO AINDA NÃO ALCANÇOU META

De acordo com Kalina Leite, secretária estadual de segurança pública, as limitações do orçamento não comprometem as primeiras ações da segurança pública. Uma delas seria a ostensividade: a ampliação do efetivo de Policiais Militares nas ruas. Desde o dia 2 de janeiro, a PM tem disponibilizado 300 diárias operacionais – uma forma de driblar o baixo efeito militar do estado (8 mil). A medida é uma forma de atrair os policiais que estão de folga para serviço extra.

Para a Região Metropolitana de Natal são destinadas 176 DOs. Já no interior, a média é de 25 diárias para as cidades pólo, como Mossoró, Caicó, Macau, Apodi e Alexandria. Entretanto, a média de policiais que se apresentam voluntariamente ainda não completa a escala, variando de 130 a 150 por dia, segundo o Comando do Policiamento Metropolitano.

A dificuldade na atração do policial é causada pela dívida de R$ 1,5 milhões em diárias não pagas, referente a operações extras feitas pelos militares, como a Copa do Mundo e as eleições. Os policiais têm se apresentado junto aos batalhões de origem, mas a maior parte dos militares que se voluntariam estão nos cursos de nivelamento do Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar. Diariamente, cem policiais se apresentam, segundo o diretor do centro, coronel Francisco Canindé Spínola. Estes policiais são distribuídos em duplas em cruzamentos de maior movimentação nos bairros Tirol, Petrópolis, Cidade Alta, Alecrim e na orla da cidade. Nos bairros, de acordo com o Comando Metropolitano, a cobertura é feita por operações especiais de barreira, com atuação do BPChoque, BOPE e Rocam.

Soldado há 22 anos, Jota Nascimento, 42 anos, é aluno do curso de formação de cabos. Se apresenta dia sim, dia não, às 6h no CEFAPPMRN. Para ele, a DO é uma forma de ganhar um extra. “A gente tem que tentar ver se vai funcionar, tenho esperança de que eles vão nos pagar”, afirma. Já o soldado Hipólito Pinheiro, do 9º batalhão, afirma que só tira a diária para ganhar pontos no curso. “Estando de folga eu não tiro, não”, pontua.

Há uma previsão, de acordo com a Polícia Militar, de que as diárias operacionais atrasadas comecem a ser pagas. A expectativa, segundo Kalina, é que a participação aumente com os pagamentos. “A gente só supre a deficiência de recursos humanos na segurança se houver hora extra do policial. Com essa valorização, aparecem mais policiais”, garante.

TRIBUNA DO NORTE

jan 25

INVESTIMENTO NA SEGURANÇA PÚBLICA ENCOLHE EM 50%

Estabelecida como prioridade do governo nos próximos quatro anos, a segurança pública vai iniciar o ano com dificuldade para realizar novos investimentos. De acordo com o estabelecido pelo Orçamento Geral do Estado 2015, sancionado nesta semana pelo governador Robinson Faria, a rubrica caiu mais da metade se comparada à previsão orçamentária 2014. Os investimentos despencaram de R$ 77,7 milhões para R$ 37,5 milhões.

O encolhimento nos recursos disponibilizados para somados da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), Polícias Civil, Militar e Instituto Técnico-Científico da Polícia Civil (ITEP), entretanto, pode ser revisto com suplementação orçamentária. A titular da Sesed, Kalina Leite, diz que a redução “não apavora”.

“Não me apavora o orçamento ter reduzido. O governador já deixou clara que a prioridade dele é segurança. Só posso falar daqui para a frente qual o tratamento que vamos dar. Se for necessário pedir uma suplementação orçamentária nós vamos pedir”, afirma Kalina. De acordo com Kalina, não é possível estimar a causa da redução, uma vez que o orçamento foi elaborado pela gestão anterior. “O OGE 2015 foi elaborado no ano passado. Então a visão do governador agora é outra. A nossa necessidade é diferente, então fatalmente deve haver algum ajuste”, acrescenta.

De acordo com comparativo feito pela TRIBUNA DO NORTE, o orçamento geral destinado para a segurança teve uma redução pequena, de 3,2%. As maiores reduções foram nos recursos próprios da Sesed. No ano passado, a secretaria contava, somente para investimento, com R$ 38,5 milhões – mais até do que o valor somado de investimentos da Civil, Militar, ITEP e secretaria para 2015. Neste ano, a Sesed conta com R$ 67,8 milhões no orçamento, dos quais apenas R$ 9 milhões são para investimento na construção de sede própria, aquisição de veículos e programas de proteção a mulheres e minorias.

Os recursos do Fundo Especial de Segurança Pública – criado em 1995 para complementar os investimentos da secretaria – também teve redução de 14% na receita. O fundo fornece recursos para aquisição de armamento, reaparelhamento, ampliação e reforma de unidades e formação de recursos humanos. Já a Polícia Civil viu o orçamento encolher em 4,5%.

O único ente que teve aumento na rubrica de investimento foi o ITEP – com aumento de R$ 1,03 milhões para R$ 2,3 milhões. Já a Polícia Militar viu o valor dos investimentos reduzirem em R$ 6 milhões, mas o orçamento do Comando aumentou de R$ 570 mi para R$ 604 mi. O acréscimo, segundo o comandante da PMRN, coronel Ângelo Mário, não pode ser bem comemorado, uma vez que 91% do recurso está destinado à folha de pagamento – um problema comum a todas as pastas estaduais.

“Um dos fatores que fez aumentar a folha foi a previsibilidade de um reajuste em março e setembro deste ano. Mas temos garantido uma boa fatia para as diárias operacionais”, pontua. De acordo com ele, a PM trabalha com uma estimativa de R$ 500 mil por mês em diárias operacionais pagas. Já foi autorizado o pagamento da primeira quinzena de janeiro. As demais devem ser pagas até a primeira dezena de fevereiro. Para investimento na compra de coletes e munições, porém, ele afirma que há dependência de recursos externos.

“Nós estamos contando também com possibilidade de recursos de convênios com o governo federal e prefeituras. Nenhuma pasta de governo trabalha com orçamento folgado, é tudo no cabresto. O que o gestor pode e deve fazer é remanejamento, mas por enquanto vamos manter o que está previsto”, acrescentou. Em dezembro, a Assembleia Legislativa aprovou a ampliação da margem de remanejamento orçamentário para 15%. De acordo com o secretário estadual de planejamento e finanças, Gustavo Nogueira, ainda não há nenhum remanejamento previsto para a segurança. “Isso é um processo natural. São áreas prioritárias (segurança, saúde) e ao longo da execução, se for necessário, nós vamos fazer. Primeiro dentro das secretarias, depois em outras dotações”, aponta.

Bate-papo – Kalina Leite
Secretária estadual de segurança pública

Qual a previsão para que o planejamento da segurança seja finalizado? Durante a transição, não foi possível começar?
Na verdade, a equipe de transição teve um período muito curto e o foco não era segurança pública. Eu fiquei com mais de uma pasta, por exemplo. Foi um momento de diagnóstico preliminar, o planejamento a gente faz com a equipe. O planejamento e a execução são permanentes. Temos ações a curto prazo e há planejamento para médio e longo prazo.

A senhora comentou que acha injusto comparar os índices de 2014 e 2015.
É que a realidade do crime de homicídio não muda em 15 dias, e passa, necessariamente, pela investigação. E a investigação desse tipo leva tempo, precisa de ferramentas e informações. O crime de homicídios, que é o que chama a atenção no estado, requer investigação. O que tem diminuído, inclusive, com a participação da população e a presença da PM é furto, roubo e lesão corporal. Para o homicídio, é preciso que tragam informações para o sistema, o que é fundamental para a investigação. Não posso estabelecer um prazo para índice de redução de homicídio, depende da dinâmica de como está sendo. A característica do homicídio, se é crime passional. O que precisamos é estabelecer como uma relação de segurança.

TRIBUNA DO NORTE

jan 25

SEGURANÇA PÚBLICA NO RN OPERA COM 30% DA CAPACIDADE

“Não seria bom um pouco de blush?”, indaga Kalina Leite, a primeira secretária estadual de Segurança Pública da história do Rio Grande do Norte, momentos antes de posar para as fotos da reportagem. A vaidade é um dos traços mais fortes desta gestora, que em pouco mais de um ano foi de pedra a vidraça na estrutura.

Somente em 2014, ela passou pela Corregedoria da Polícia Civil, foi interventora da Fundação Estadual da Criança e do Adolescente (Fundac), integrou a equipe de transição do Governo do Estado e, hoje, enfrenta o maior desafio da carreira profissional: gerir uma estrutura deficitária, em geral problemática, e que se vê às voltas com a taxa de um homicídio a cada cinco horas.

Na função de interventora, como estilingue, até um tempo atrás ela cobrava providências e recursos do governo para melhorar os Ceducs, os centros de recuperação de crianças e adolescentes. Agora, na condição de vidraça, trabalha para reduzir a quantidade de “hóspedes” nos centros mantidos pela Secretaria de Justiça e Cidadania.

“Tenho apenas 20 dias de trabalho. Estou operando uma organização da equipe, com ajustes de pessoal, e investindo na melhoria das atividades de planejamento. Ainda estou me apropriando das informações para que a estrutura ande com mais rapidez”, pondera, antes de reforçar o batom.

Tem uma verdadeira paixão por jóias – douradas, principalmente. Uma delas, um pingente em forma de algemas, é a peça preferida. É uma lembrança ainda dos tempos em que atuava como delegada da Polícia Civil, atividade que iniciou em 1998. “Eu era funcionária da Previdência Social quando soube de um concurso. Acabei gostando das atribuições e estou hoje aqui”, conta.

Desde o dia 1º de janeiro, ela devota a maior parte do dia ao trabalho de gestão. Passa mais de dez horas no gabinete. É uma das primeiras servidoras a chegar ao trabalho, e toma o café da manhã ainda no gabinete. “Só tenho hora para entrar, mas nunca tenho horário para deixar o serviço. É uma jornada sem fim”, reclama.

Aos 44 anos, casada, advogada, mãe de dois filhos adolescentes, ela ainda se divide entre os afazeres domésticos e o trabalho de gestora pública. No meio da entrevista, o telefone toca e passa aconselhar um dos filhos após este se desentender com a namorada. Ela trata com reservas de assuntos familiares.

Logo na primeira semana de trabalho, ela conduziu a criação do Policiamento Preventivo Ostensivo (PPO). Desde então, a Polícia Militar passou a contar com um reforço de 300 soldados nas ruas. O serviço é pago através de diárias operacionais. São 175 policiais destinados à Região Metropolitana de Natal e o restante para as principais cidades do Estado.

Apesar do trabalho emergencial, os números da violência não deram trégua. Até a quinta-feira passada, os homicídios registrados bateram a casa dos 100. Ao todo, foram 108 registros. O que equivale a um assassinato a cada cinco horas.

Os números locais são equivalentes aos de uma guerra. O conflito entre Estados Unidos e os rebeldes do Afeganistão, que se iniciou em 2001, já resultou na morte de 2.356 soldados norte-americanos, segundo dados oficiais. Isso equivale a uma morte a cada dois dias.

Em 2014, o Rio Grande do Norte registrou 1.773 homicídios. A redução das mortes violentas é a primeira grande batalha da secretária. “O crescimento vertiginoso da violência não é resolvido em apenas 15 dias de trabalho”, adverte. Considera ainda a investigação criminal uma importante ferramenta contra o crescimento deste tipo de crime. Ressalta ainda que a metade dos crimes tem características de acerto de contas e envolvimento com o tráfico de drogas. “As vítimas e assassinos são pessoas que já possuem ficha criminal. Reforçando a investigação podemos retirar estas pessoas das ruas”, analisa.

NOVO JORNAL

jan 25

TOUROS: POLICIAIS MILITARES DIVULGAM NO FACEBOOK IMAGEM DA ALIMENTAÇÃO FORNECIDA


Para que este tipo de acontecimento deixe de ocorrer é necessário que todos os policiais militares do estado recebam o vale alimentação.

jan 25

POSTO DA PM FECHADO HÁ SEIS MESES VIRA ‘MOTEL’ NA REGIÃO METROPOLITANA DE NATAL

Enquanto a população potiguar sofre com a insegurança do Rio Grande do Norte, um posto da Polícia Militar, localizado na avenida Benedito Santana, em São Gonçalo do Amarante, se transformou em um verdadeiro “ninho de amor” para a população. Moradores da região relatam que, no período da noite, algumas pessoas utilizam o local – fechado há seis meses – como motel.

“Isso acontece quase todo dia. Aqui perto funciona um bar e muitos homens quando saem de lá, levam mulheres para dentro do posto policial. Eu mesmo já vi homens e mulheres entrando no posto e também indo para a parte de trás, que fica mais escondida. Agora, essa é a finalidade do posto. Já que, policial que é bom, não tem nenhum”, relatou João Batista Moura, dono de um comércio que fica em frente para o posto policial. Um morador, que não quis se identificar, disse que até mesmo PMs contribuem com a situação. “Já vimos vários policiais entrando com mulheres no posto. Depois da meia noite, quando tem pouca gente nas ruas, eles fazem a festa”.

Ainda de acordo com João Batista, moradores de rua se revezam e transformam o local em residência. “Vez ou outra pessoas ficam morando no local. Tem uns 15 dias que um casal está morando aí. E olha que eles tomam cuidado com o prédio. Quando eles chegaram o lado de fora do prédio estava cheio de mato, mas o casal cuidou e tirou tudo. Agora até que está bem limpo”, disse.

Enquanto o posto policial está sendo utilizado para outros fins, os bandidos aproveitam a falta de policiamento para cometerem uma série de assaltos na região. “Os bandidos até utilizam o posto policial também. Eles roubavam e iam se esconder no posto. Só que agora, depois que os “novos moradores” limparam o local, fica mais difícil para eles”, contou Tadeu Lemos, que trabalha vendendo frango assado em um ponto bem próximo ao posto. Ele também conta que já foi vítima dos criminosos. “Aconteceu por volta das 9h e eu já estava trabalhando. Dois homens passaram em uma moto e olharam para mim. Eles foram até o posto e viram que não tinha nenhum policial. Depois voltaram, tiraram os capacetes e anunciaram o assalto. Levaram meu celular e também o dinheiro que tinha apurado no dia”.

A reportagem do Jornal de Hoje esteve na região na manhã deste sábado (24) e também conversou com alguns vendedores que estavam em uma feira. Lá as histórias e angústias se repetiram. “Aqui não tem policiamento algum. Assaltos acontecem todos os dias. As pessoas saem para trabalhar e são assaltadas, não importa o horário. Aqui mesmo na feira já tivemos assaltos e até uma pessoa já foi esfaqueada. Já levaram carros de pessoas e também tem a questão das drogas. Outro dia mataram um aqui, pois ele estava devendo para um traficante”, afirmou Tânia Maria.

Não existe data para o posto ser reativado

O Jornal de Hoje entrou em contato com o comando da Polícia Militar para saber da situação do posto. O tenente-coronel Sairo Silva, do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), afirmou que o novo Governo pretende reativar alguns postos, mas não soube precisar quando isso ocorrerá em São Gonçalo do Amarante. “O principal problema era a falta de efetivo. Agora a situação melhorou um pouco. Conseguimos redistribuir alguns policiais que estavam cedidos para outros órgãos. Nos últimos dias relocamos 48 policiais que estavam na Governadoria e aos poucos vamos fazendo essa distribuição”.

Sairo Silva explicou que nos locais que não existem postos policiais fixos, a PM tem agido com o policiamento de ronda. “Colocamos policiais da Rocam, que são as equipes nas motocicletas e também colocamos as guarnições, que são os PMs que ficam na viatura fazendo a ronda pela região. Em São Gonçalo do Amarante também acontece esse trabalho com as rondas. Sabemos dessa situação do posto policial e é algo que a secretária de segurança também está ciente e tem a preocupação de resolver o problema”.

O tenente-coronel também destacou que o policiamento metropolitano tem feito algumas “barreiras móveis”. “As barreiras móveis servem como um elemento surpresa contra os bandidos. Eles (criminosos) utilizam o elemento surpresa contra a população e nós estamos tentando fazer o mesmo contra eles. Então, quando identificamos que alguma região está com um índice alto de criminalidade, procuramos fazer essas barreiras para inibir e também conseguir identificar alguns desses elementos”.

Nessa sexta-feira (23), uma operação do Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), juntamente com o CPM, apreendeu 53 motocicletas na Ponte de Igapó, que liga as zona Norte e Leste de Natal. Todos os veículos retidos apresentavam alterações estruturais ou problemas como documentos vencidos, além de condutores sem CNH. A fiscalização aconteceu entre às 16h30 e às 19h30 no sentido Bairro Nordeste/Igapó.

Segundo Sairo Silva, essa abordagem faz parte de um plano para retirar de circulação as motocicletas utilizadas por bandidos. “A grande maioria dos crimes que acontecem no Estado tem alguma motocicleta envolvida. Os criminosos utilizam esse veículo por ele facilitar a fuga. Eles roubam, matam e conseguem escapar de uma forma bem mais rápida do que se estivessem em um carro. Por isso essas abordagens continuarão acontecendo”.

JORNAL DE HOJE

jan 25

CAICÓ: VIATURA DA PM É ATINGIDA POR VÁRIOS DISPAROS

A violência em Caicó não livrou nem a própria Policia Militar. A viatura Tango 01 que estava estacionada na frente do 3º Distrito da Policia Rodoviária Estadual no Bairro Paulo VI foi atingida com pelo menos cinco disparos de arma de fogo.

jan 25

NATAL É A DÉCIMA PRIMEIRA CIDADE MAIS VIOLENTA DO MUNDO

A ONG Conselho Cidadão pela Seguridade Social e Justiça Penal, do México, divulgou um ranking das cidades mais violentas do mundo. Natal ocupa a décima primeira colocação.

Das 50 cidades listadas no ranking, 19 estão no Brasil. O ranking foi divulgado pela revista Exame.

jan 25

HÁ DOIS MESES, FUGITIVOS DA GUERRA DA SÍRIA ESTÃO PRESOS EM NATAL

Tentaram fugir da guerra e entraram num inferno. Cinco fugitivos da guerra civil da Síria permanecem presos na Cadeia Pública de Natal Raimundo Nonato, na Zona Norte, há dois meses e 19 dias, após tentarem embarcar com passaportes falsos para a Europa e serem presos no Aeroporto Internacional Aluízio Alves.

Sem falar português, inglês ou espanhol, convivendo com dezenas de detentos brasileiros sem nem mesmo conseguirem se comunicar, o grupo espera uma decisão da Justiça Federal para pedir refúgio no Brasil ou voltar para o seu país de origem.

O capítulo brasileiro do drama de Salah Aldeen, 35, Masoud, 27, Azzam, 35s, e de outros dois homens chamados Ahmad, um de 47 anos e outro de 23, começou em outubro do ano passado. Vindos da Síria, eles chegaram ao Rio de Janeiro, onde permaneceram por cerca de três semanas. De lá, adquiriram passagens para a Holanda.

No entanto, ao fazerem conexão em Natal foram presos pela Polícia Federal por falsificarem os passaportes.

Naquele momento, eles não eram Salah, Masoud, Azzam e Ahmad. Mas Eban, Dudel, Dahan, Abia e Achisar. Nomes presentes nos documentos falsificados, com os quais pretendiam entrar na Europa, como oriundos de Israel.

A partir da prisão, no dia seis de novembro, iniciaram uma nada agradável estadia no sistema carcerário potiguar. Convivem com os mais variados tipos de criminosos, comunicam-se por meio de gestos e aguardam notícias da família: mulheres e filhos deixados na Síria, em meio à guerra, à espera de uma oportunidade para também se juntarem aos seus na Europa.

Por conta da barreira linguística – só falam a língua árabe – o grupo teve dificuldades para compreender o que se passava e para providenciar a defesa diante da lei brasileira, o que só se tornou possível graças a Comissão de Relações Internacionais da OAB/RN e ao representante da Associação Beneficente Mulçumana do RN, Muhamad Taufik, que se prontificaram a ajudar.

Com a colaboração de Taufik, que é palestino, a reportagem do NOVO JORNAL pode conhecer melhor a história dos cinco sírios. Antes da prisão, eles travaram contato com uma quadrilha internacional de “coiotes” turcos, gente que se especializou em fazer fugitivos entrarem escondidos em território europeu. Pelo “serviço”, realizaram um pagamento de quantia não especificada, porém sabidamente expressiva. Um deles chegou a ceder uma casa na Síria para a quadrilha.

A entrada no Brasil ocorreu com os passaportes verdadeiros. No Rio de Janeiro, foram recebidos por membros da quadrilha, que os alojaram em uma pousada por cerca de três semanas. Os passaportes falsos foram fornecidos no Rio de Janeiro, enquanto que os documentos originais foram enviados para parentes que já os esperavam na Europa.

A escolha pelo continente europeu não foi ao acaso. O Brasil também recebe refugiados de guerra de todo o mundo e nada impediria que os cinco sírios pedissem refúgio às autoridades brasileiras. Contudo, a rede de assistência e proteção a refugiados no Brasil ainda é insuficiente.

“Na Europa, há uma rede mais consolidada de apoio, enquanto que no Brasil a assistência ainda é incipiente”, explica o presidente da Comissão de Relações Internacionais da OAB/RN, Marconi Neves. Para se ter um exemplo, países europeus oferecem abrigo em campos de refugiados com auxílio mensal de 340 euros. No Brasil, eles ficariam entregues à própria sorte, num país que não conhecem e com um idioma que não dominam.

A equipe da Comissão de Relações Internacionais, formada por Marconi Neves e pelos advogados Kleber Gomes, Karinne Batista e Marianna Perantoni, apresentou na última sexta-feira à tarde mais um pedido de liberdade para os cinco sírios presos em Natal. Os dois anteriores foram negados pela Justiça, segundo Marconi, porque sequer havia cópias dos documentos originais ou algo que confirmasse a verdadeira identidade dos cinco presos.

Enquanto isso, Muhamed Taufik tem mantido contato com familiares de alguns dos presos. O pai de um deles, ainda na Síria, e um cunhado de outro, que mora na Europa. A angústia de todos os envolvidos, como era de se esperar, gira em torno da soltura dos cinco e do destino que tomarão após a liberdade.

Ficar no Brasil como refugiado e tentar emprego e a reconstrução da vida em uma terra distante ou pedir a volta para a Turquia e retornar para a Síria? Independente da escolha, uma certeza emerge depois de meses de cárcere. Segundo Taufik, os estrangeiros, arrependidos, admitem ter tomado uma decisão equivocada. “Era melhor ter ficado na guerra”, dizem.

NOVO JORNAL

jan 25

MULHER É FLAGRADA TENTANDO ENTRAR EM PRESÍDIO COM MEIO QUILO DE MACONHA NA VAGINA

Uma jovem foi presa neste sábado tentando entrar com quase meio quilo de maconha na Penitenciária Agrícola Mário Negócio, em Mossoró.

Juliana Andrade de Souza de 22 anos de idade foi flagrada pelos Agentes Penitenciários com a droga escondida dentro do órgão genital e em sacos plásticos com massa de milho e goma. A droga era levada para seu irmão, que é detento do regime fechado identificado como Jeferson Faustino de Souza.

Juliana foi conduzida até a Delegacia onde foi apresentada ao Delegado de plantão, a mesma deverá ser autuada por tráfico de drogas com o agravante de tentar entrar com substancia proibida em Unidade Prisional. Após os procedimentos na delegacia Juliana vai ser conduzida para o Pavilhão Feminino da Penitenciária Mário Negócio, onde ficará a disposição da justiça.

PORTAL NO AR

jan 25

TRÊS DEPUTADOS ESTADUAIS DIPLOMADOS DO RN CORREM RISCO DE PERDER MANDATO

Passado o processo eleitoral do ano passado, três deputados estaduais do Rio Grande do Norte eleitos e diplomados correm o risco de perder seus respectivos mandatos. Os processos estão correndo na Justiça.

O deputado estadual reeleito Nélter Queiroz (PMDB) responde, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por compra de votos nas eleições. O peemedebista foi denunciado pela Polícia Federal (PF). A denúncia foi acatada pela Corte eleitoral do RN. O relator do processo é o juiz eleitoral Verlano Medeiros.

Nélter será interrogado sobre o caso na próxima terça-feira (27), pelo relator do processo, às 16 horas, no Tribunal. Em seguida, Verlano juntará o depoimento às provas apresentadas e apresentará o relatório para julgamento do pleno, para o qual ainda não há data definida.

Também reeleito, o deputado estadual Luiz Antônio Faria (PSB), conhecido como Tomba, foi condenado por irregularidades correspondentes à época em que foi prefeito de Santa Cruz. Com isso, teve seu nome incluso na lista dos “fichas sujas”. O processo contra o registro da sua candidatura corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Estreante na Assembleia Legislativa, o deputado estadual diplomado Rudson Lisboa (PSD), conhecido como Disson, também está na lista dos “fichas sujas”, por ter sido condenado em um processo de irregularidades em licitação, referente ao período em que foi prefeito de Goianinha. O processo de cassação do registro de candidatura dele também tramita no TSE.

Nélter e Tomba fazem parte da mesma coligação. A primeira suplência é do deputado estadual Vivaldo Costa (PROS). A segunda ficou com a deputada estadual Larissa Rosado (PSB). No caso de Disson, o primeiro suplente é Major Fernandes (PSD).

PORTAL NO AR

jan 25

CHARGE DO DIA: IMPOSTOS!

jan 22

COORDENADORIA DE SEGURANÇA DEVOLVE 48 POLICIAIS QUE ESTAVAM CEDIDOS A GOVERNADORIA

MAJOR ASSUNÇÃO AO LADO DO GOVERNADOR ROBINSON FARIA

O Coordenador de Segurança, Major Assunção, devolveu a Polícia Militar o total de 48 policiais (oficiais e praças) que estavam cedidos à governadoria.

A medida tem por objetivo diminuir consideravelmente o número de policiais militares cedidos e retirar aqueles que exercem funções incompatíveis com a da segurança dos prédios que fazem parte da governadoria.

Com esta atitude a Polícia Militar e suas unidades terão mais 48 policiais disponíveis para o serviço ostensivo. Melhorando desta forma o policiamento no nosso estado.

Dentre todos os órgãos que possuem policiais a disposição a Coordenadoria de Segurança foi a primeira a devolver policiais a disposição.

jan 22

RN: UM HOMICÍDIO A CADA CINCO HORAS

As estatísticas oficiais da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) apontam para a ocorrência de um homicídio a cada cinco horas no Rio Grande do Norte este ano. Entre os dias 1º e 21 deste mês já ocorreram 106 homicídios em Natal e no interior (até 18h), cinco mortes a mais em comparação ao mesmo período de janeiro de 2014, que totalizou 101, segundo informou o coordenador de Informática e Estatística da Sesed, Ivenio Hermes Júnior.

Para Ivenio Hermes Júnior, o número de homicídios apurado até ontem “é preocupante”, pois se continuar crescendo nesse ritmo o mês de janeiro pode terminar com 70 mortes a mais em relação aos assassinatos ocorridos no mesmo período do ano passado. Em 2014, a média diária de homicídios foi de 4,25 casos, enquanto este ano já está sendo de 5,04. “A gente tem de encontrar uma maneira de frear isso”, diz Ivênio, que atuava como pesquisador da criminalidade no Conselho Estadual dos Direitos Humanos e da Cidadania (CEDHC).

Com apenas duas semanas de trabalho na Sesed, Ivênio Hermes disse que, inicialmente, enfrenta dificuldades relacionadas a recursos humanos na Coine, “o que já está sendo providenciado”, bem como a falta de um banco de dados unificado. “Não temos computadores interligados às delegacias de Policia Civil, Ciosp e Itep”, exemplificou ele, que falou sobre a intenção de unificar os bancos de dados dos órgãos do aparelho de segurança público do Estado, num prazo de seis meses. “É um trabalho demorado”, disse.

Segundo Ivênio Hermes, por enquanto, já foi possível consolidar e unificar o banco de dados relacionados a assaltos a bancos e transeuntes. “Já estamos conseguindo fazer esse levantamento a cada 12 horas”, adiantou ele.

O delegado de Homicídios, Frank Albuquerque, que comanda uma equipe de mais oito delegados e 42 policiais, já havia dito na edição de domingo (18) da TRIBUNA DO NORTE, que o policiamento ostensivo nas ruas não inibe ou contribui para a queda do número de homicidios “porque não se pode ter um policial de porta em porta das casas”. No entanto, ele defende que o aumento das penalidades para os acusados de homicídios e outros crimes. Esse seria, segundo ele, a saída para diminuição da violência e da criminalidade no Rio Grande do Norte e no país, onde um acusado de assassinato cumpre em média 14 anos de prisão mas, ao cumprir um sexto da pena, é beneficiado com a progressão de regime para liberdade condicional.

“Um bandido que é preso com uma arma, paga fiança e no outro dia está solto”, diz também o delegado Frank Albuquerque, para quem as penalidades hoje, no país, beneficiam mais o criminoso do que propriamente a sociedade. “Recentemente mesmo”, contou ele, “das três pessoas que foram flagradas com cinco mil comprimidos de Ecstasy (uma droga sintética) na praia de Pipa, em Tibau do Sul, dois já foram soltos”.

Na opinião do delegado, caso as punições no Brasil fossem mais severas, a população carcerária iria crescer “mas ia diminuir a criminalidade”. Isso porque muitos dos crimes são cometidos por reincidentes “que entram e saem dos presídios”. Para Albuquerque, se a “lei seca” foi criada para coibir os acidentes e diminuir o número de mortes no trânsito”, o aumento da pena no caso de homicidios, por exemplo, também iria contribuir para a diminuição do número de assassinatos.

Frank Albuquerque disse que a maioria dos homicídios não ocorre de maneira casual, é planejado e as vítimas são mortas, geralmente, próximos às suas residências e em locais que costumam frequentar.

Grande parte dos inquéritos em tramitação na Delegacia de Homicídios (Dehom) – pontuou o delegado – tem o tráfico e o consumo de drogas como pano de fundo. Há casos em que a vítima é morta porque não pagou dívida de droga aos traficantes e em outros a motivação é a disputa por ponto de venda de drogas, as chamadas “boca de fumo”.

Mas em alguns casos, Albuquerque disse que os homicídios que vêm ocorrendo em Natal, principalmente, estão relacionados à guerra e a disputa de poder por grupos do crime organizado, identificado em Natal como “Sindicato do RN” e “PCC”.

Frank Albuquerque informou que desde a criação da nova Dehom em agosto do ano passado, foram abertos 189 inquéritos criminais, alguns deles, inclusive, são remetidos à Justiça, com pedidos de devolução porque homicídio “é um crime de apuração difícil” pela dificuldade de encontrar testemunhas “devido ao medo que elas têm de ser mortas pelos acusados”.

Indicadores
Em maio do ano passado o Mapa da Violência elaborado pela Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso) já apontava que o Rio Grande do Norte foi o estado brasileiro onde mais cresceu o número de homicídios num período de dez anos, chegando a 272% entre 2002 e 2012. Segundo a pesquisa, no mesmo período, a variação na taxa de homicídios por cada grupo de cem mil habitantes também foi a maior do país – 229,1%. De acordo com o Mapa da Violência – 2014, o número de homicídios no Rio Grande do Norte passou de 301 assassinatos em 2002 para 1.121 no ano de 2012. Já o ranking da fundação City Mayors divulgado na revista “Veja” na segunda semana de janeiro deste ano, coloca Natal como a quarta cidade mais perigosa do país (a 12º no mundo), com 58 homicidios por 100 mil habitantes, atrás apenas de Maceió (AL), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB).

TRIBUNA DO NORTE

jan 22

DELEGADO DA HOMICÍDIOS DESABAFA SOBRE MORTES E CRITICA LEI QUE “PROTEGE TRÁFICO”

Esta quarta-feira (21) amanheceu como a maioria dos dias de 2015, com mais notícias de homicídios que aconteceram durante à noite, madrugada e início da manhã. No total, foram cinco Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) em menos de 10 horas.

Todos os casos foram atendidos pela equipe de plantão da Delegacia de Homicídios (Dehom), que teve como responsável, o delegado Luiz Lucena, que, cansado de tantos casos relacionados ao tráfico de drogas, fez um desabafo: “Dos cinco homicídios, três foram relacionados ao tráfico de drogas. Na Indonésia o Governo mata os traficantes. No Brasil os traficantes matam os usuários e as pessoas que não servem mais para eles. E as leis do Brasil protegem esses traficantes. Se nada for feito, vamos continuar tendo esse alto número de homicídios”, afirmou.

Lucena ainda foi mais longe e disse que os traficantes merecem, pelo menos, a pena de prisão perpétua. “Precisamos que os nossos políticos tenham coragem de mudar a nossa legislação. Não podemos continuar nessa situação. O nosso bem mais precioso é a vida e todos os dias, várias pessoas morrem por causa das drogas. Se não querem a pena de morte, que pelo menos esses criminosos fiquem o resto da vida presos”.

JORNAL DE HOJE

jan 22

APÓS DENÚNCIA ANÔNIMA, TRÊS SÃO PRESOS PELA POLÍCIA CIVIL COM DROGAS E ARMAS EM PARNAMIRIM

A equipe de policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim prendeu três pessoas, na tarde desta quarta-feira (21), acusadas de tráfico de drogas. A prisão aconteceu a partir de uma denúncia anônima.

A informação dizia que na rua das Vitórias, em uma vila conhecida popularmente como “Beco do Engole”, estaria funcionando um ponto de venda de drogas. Ao checar a informação os policiais civis constataram a veracidade da denúncia e abordaram três pessoas que estavam no local. O trio tentou empreender fuga, no entanto foi preso em seguida.

Os criminosos foram identificados como Joeverton Andreaza Tavares Matias, vulgo “Vertinho”, José Joaquim Medeiros e Hiago Mike Medeiros de Assis. Com eles foram apreendidos maconha, crack, sacos utilizados para comercializar a droga, dinheiro fracionado, dois revólveres (um deles reaberto para calibre 357) e munições de armas calibre 357.

Fonte: Portal BO

jan 22

ALTO DO RODRIGUES/RN OPERAÇÃO “CIDADE LIMPA” TERMINA COM SETE PESSOAS DETIDAS

Com o objetivo de combater a venda de drogas, o comandante do policiamento ostensivo da cidade de Alto do Rodrigues, sargento Leonês e os policias Cb Carlos e o sd Jorge deflagraram na manhã de hoje quarta-feira (21), a operação “cidade limpa”, que resultou na detenção de sete pessoas e na apreensão de cocaína e crack.

A operação foi realizada após o aumento de varias denuncias anônimas no município. De acordo com a polícia, quase a totalidade dos furtos de pequenos objetos que ocorrem na cidade, são motivados pelo uso de narcóticos, visto que os usuários veem na apropriação indevida e comercio de bens alheios uma forma de manter o vício.

A operação desenvolvida justamente para combater o tráfico e usuários de drogas.

Todo o material apreendido foi encaminhado a delegacia de Polícia do Alto do Rodrigues e servirão de provas no inquérito que será instaurado, bem como serão suportes para as investigações, que têm continuidade em todo município.

jan 22

CHARGE DO DIA: CUCO!

jan 21

CORONEL ÂNGELO ENTREGARÁ MEDALHAS A TODOS OS POLICIAIS MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE SERVIÇO

Através do Boletim Geral 012, o comandante da Polícia Militar determinou que todos os comandantes das unidades deverão remeter a Diretoria de Pessoal até o dia 26 de fevereiro, a relação nominal de Oficiais e Praças de suas Unidades que tenham direito à Medalha Policial Militar, correspondente ao decênio de bons serviços prestados à corporação.

jan 21

SESED DIZ QUE NÚMEROS DA VIOLÊNCIA NO RN SÓ COMEÇARÃO A BAIXAR DAQUI A OITO MESES

De acordo com o especialista em segurança, Ivenio Hermes, que também é integrante do Conselho Estadual de Direitos Humanos e foi contratado para ser o coordenador de informática e estatística da Secretaria Estadual de Segurança (Sesed), o atual quadro não será revertido tão rapidamente.

“Olha, pela experiência que eu tenho, por ter acompanhado o que aconteceu em Pernambuco, vai levar, pelo menos, uns oito meses para que a população comece a ter a sensação de que a violência está realmente diminuindo. Por enquanto vai ficar essa “guerrinha”. Baixa um pouco ali e aumenta um pouquinho em outro canto. Vai ter época onde os homicídios irão aumentar em até 20 por mês, em relação ao ano anterior. Em Pernambuco, foi adotada uma metodologia que iremos adotar aqui e demorou mais de um ano para essa redução começar a acontecer, imagine aqui, um Estado que está sem dinheiro”.

De acordo com Ivenio, essa demora só acontecerá pela falta de investimentos dos governos anteriores. “Nos governos anteriores não foi investido em equipamentos para estatísticas. Não foi investido em material humano. Apenas quatro pessoas trabalham no setor e não é o suficiente. Um Estado com essa situação atual precisa de pessoas com capacidade para analisar dados. Pedi o dobro de pessoas e o Governo já aceitou”, frisou o coordenador, que ainda criticou os equipamentos que encontrou no setor. “O setor está muito pobre de equipamentos. Existem poucas máquinas e os processadores são lentos. Servidores de armazenamento são poucos. Esta semana estão trazendo novos servidores. O que tínhamos lá, era de uns seis anos atrás. Ele é tão pequeno, que cabe sob a mesa. Hoje em dia, usamos uns que praticamente são uma estante”.

Um outro problema encontrado por Ivênio é o fato de que os dados sobre crimes no Rio Grande do Norte são inseridos em vários bancos de dados, o que faz com que a análise criminal leve um tempo para ser feita. “Os dados de homicídios são registrados em Mossoró, Caicó e Natal. Os de assaltos, roubos, estupros os outros são registrados em cada Batalhão da PM responsável pelo setor. Porém, cada Batalhão desses utiliza uma base de dados diferente. Por isso, para conseguirmos reunir esses dados, leva algum tempo. E, diante do quadro atual, precisamos desses dados de forma quase que imediata. Estamos fazendo um banco de dados único, mas isso vai levar algum tempo para ser finalizado”.

Sobre a função que irá exercer na Sesed, Ivênio explicou que ele será o responsável por juntar todos os dados da violência no Estado. “Nós iremos divulgar vários relatórios. Vamos fazer relatórios quinzenais, mensais, semestrais e também anuários. Com esses dados em mãos, conseguiremos fazer uma análise bem detalhada do atual quadro de violência do Rio Grande do Norte e traçarmos metas para combater todos esses casos”.

Efetivo nos locais certos

Mas, o que significa ter uma análise detalhada da violência no Rio Grande do Norte? Segundo Ivenio, isso irá facilitar o combate aos crimes, já que os policiais serão deslocados para os locais mais necessitados. “Vamos ter os dados de homicídio, assaltos, estupros, furtos, assalto a carga, tipo de pessoas que são vitimizadas, bairros, cidades, dias que acontecem mais crimes, em que lugares e ocasiões aconteceram. Todo esse tipo de informação nós conseguimos obter. Sabendo dos dados, a secretária de segurança (Kalina Leite) pode saber onde está concentrada essa violência. Ela pode levar o esforço de combate e investigativo para aquela região”.

Como exemplo, Ivenio explicou que Kalina Leite já utilizou uma parte dos dados para fazer a segurança em uma cidade do interior do Estado. “Aconteceu uma festa em Pendências essa semana. Mostramos para a secretária que em Pendências, quando acontecem festas, acontecem também muitos crimes, como assaltos e homicídios. Ela direcionou o policiamento para a cidade e a festa terminou sem nenhum registro de homicídio”.

Apesar de destacar a importância das estatísticas para o combate ao crime no Estado, Ivenio lembrou que ainda existe a necessidade de aumentar o efetivo de policiais. “Como temos pouco efetivo, a Sesed direciona para um lado e os criminosos vão para outro. Recentemente eu escrevi um texto relatando que o que vem acontecendo na Sesed é uma primeira onda. Agora o Governo precisa seguir para a segunda onda, que é fazer concursos e contratar mais policiais. Sentimos que os policiais estão querendo ajudar e estão acreditando na nova administração, mas infelizmente o efetivo realmente não é o ideal”.

Questionado sobre o número de homicídios em 2015, Ivenio Hermes disse que na próxima semana será disponibilizado um relatório com os dados desses primeiros dias do ano, mas ele adiantou que, em alguns casos, é muito complicado o Governo conseguir intervir. “Em Mossoró, por exemplo, não estava acontecendo tantos crimes como vem acontecendo atualmente. Explicamos que lá a violência é muito grande na guerra entre bairros e vinganças de família que ocorrem lá. Essa violência não podemos deter, pois já estão enraizadas. Porém, a secretária quer trabalhar essa situação também”.

JORNAL DE HOJE

jan 21

POLICIAIS MILITARES FECHAM BOCA DE FUMO EM GROSSOS

Por volta das 18 horas deste sábado o Policiamento de Grossos estourou uma boca de fumo na comunidade da Barra, região rural do município de Grossos/RN.

Segundo denúncias, o Sargento Sóstenes, ex comandante do destacamento de Upanema acompanhado dos cabos Sabino e Rosivaldo, além dos Sds Flávio e Luiz Carlos se dirigiram até a comunidade da Barra e lá se depararam com três jovens que ao ver a viatura tentaram se esconder.

A polícia entrou na residência onde estavam os jovens e após serem interrogados, a polícia encontrou 54 pedras de Crack, uma pedra de maconha envolta de uma embalagem de chocolate e R$ 706,00 em dinheiro fracionado.

Entre os três jovens um de maior de nome Paulo Ricardo Freire do Nascimento – 22 anos natural de Mossoró, conhecido como Paulo da borracharia.

Os três jovens foram encaminhados para a delegacia de Tibau onde foi realizado todos os procedimentos cabíveis dentro da lei.

O sargento Sóstenes desempenhou um excelente trabalho enquanto era comandante do destacamento de Upanema, faz mais de um ano que o mesmo deixou nossa cidade e recentemente os cabos Sabino e Rosivaldo, por força de troca no comando do destacamento de Upanema abandonaram nossa querida cidade e foram prestar seus relevantes serviços na cidade de Grossos.

CONTEXTO UPANEMENSE

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